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Episódio número 119 de 17/10/2009. Minhas opiniões sobre o lançamento do Kindle Internacional, incluindo instruções de como comprar seu primeiro livro! Saiba também como estou utilizando o Evernote no meu dia-a-dia para encontrar meus restaurantes preferidos, fazer e encontrar anotações de livros e montar e consultar meus roteiros de viagem.
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Os fragmentos de música utilizados no início e final do podcast são parte da música "More Red Than Red" (retirada do "podsafe music network"). Derek K. Miller é o autor da música.
Episódio número 118 de 05/10/2009. Depois de uma semana de uso, relato minhas primeiras impressões a respeito do iPhone 3G. Falo também um pouco a respeito do BlackBerry Desktop Manager para Mac.
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Os fragmentos de música utilizados no início e final do podcast são parte da música "More Red Than Red" (retirada do "podsafe music network"). Derek K. Miller é o autor da música.
Venho tentando sem sucesso usar o RunKeeper no iPhone em AirPlane Mode para evitar chamadas durante as minhas corridas. O @shayani me disse que isso não era possível e confirmei o fato ontem na minha corrida sem o AirPalne Mode ativado. Tudo funcionou perfeitamente, mas continuei interagido, pois não fazia sentido o GPS precisar de uma conexão GSM para funcionar. A situação foi esclarecida pelo @romulorj que me enviou um link para o site da Apple com informações sobre o o "Modo Avião" ou "AirPlaine Mode". Em realidade ao ativar o "Modo Avião" tudo é desligado, inclusive o GPS: "...e não são emitidos sinais de celular, rádio ou Bluetooth do iPhone (e o GPS não fica disponível)". Em paralelo o James Saunders me confirmou na página do RunKeeper no Facebook que não era possível usar o aplicativo em AirPlane Mode.
Identificado o problema, precisava agora encontrar uma solução para evitar as chamadas durante minhas corridas. Foi então que lembrei do encaminhamento condicional do GSM. Esse serviço permite encaminhar chamadas para Caixa Postal, por exemplo, em determinadas condições. Para encaminhar todas as chamadas para Caixa Postal, o comando é o seguinte: *21* 1555# ENVIAR. E para cancelar o encaminhamento o comando é o seguinte: #21# ENVIAR.
A solução me pareceu boa, mas não muito prática então fui além. Criei dois contatos na agenda de contatos do iPhone. "Ativar Encaminhamento" e "Desativar Encaminhamento". Coloquei os códigos GSM em cada um dos dois e transformei os dois em números favoritos. Editei os "Favoritos" para que ambos ficassem em primeiro lugar na lista de favoritos e a solução ficou completa. Agora já estou pronto para próxima corrida!
Quando o MobileMe ainda era .Mac, era possível criar uma conta de testes no .Mac, cancelar a assinatura e ainda assim permanecer usando o nome de usuário no iChat. Tanto assim que até hoje utilizo um nome de usuário "@mac.com" no iChat e não tenho mias assinatura do serviço MobileMe. Eu não sabia disso (descobri ontem), mas com a chagada do MobileMe em substituição ao .Mac as coisas mudaram. Um FAQ sobre o processo de migração .Mac para MobileMe no site da Apple explica que apenas contas ativas do MobileMe podem ser utilizadas no iChat.

Deixo aqui então uma dica para os que não tem uma conta .Mac e desejam utilizar o iChat sem contratar o MobileMe. A alternativa é usar uma conta AIM da AOL, pois o iChat utiliza exatamente o mesmo protocolo do AIM e, portanto, contas .Mac/MobileMe conversam tranqüilamente com contas AIM. Alias, se você tem um amigo que usa Windows e tem o AIM instalado, é possível conversar com ele em texto, voz e vídeo sem nenhuma dificuldade.
Para criar uma conta AIM, basta visitar o endereço http://www.aim.com e cadastrar um nome de usuário, ou, melhor ainda, cadastrar seu próprio e-mail como nome de usuário. Você pode usar qualquer endereço de e-mail válido como nome de usuário. Uma mensagem será enviada par que você valide o endereço e uma vez confirmado que o e-mail é seu basta realizar a configuração no iChat.

No iChat, a configuração é feita na aba Contas do menu Preferências. Escolha o protocolo "AIM Instant Messenger" e coloque os dados (usuário e senha) que acabou de cadastrar no site do AIM. Usuários de iPhone podem também instalar o AIM gratuito ou a a versão paga (ambas com push) para utilizar sua conta .Mac/MobileMe ou AIM no iPhone.
Por ultimo fica a dica do GTalk. O iChat é também compatível com o Jabber, protocolo usado pelo Google no Talk, portanto, é possível também usar ele para sua cota do GTalk, mas neste caso, só será possível conversar via texto.
Em primeiro lugar gostaria de deixar claro que minha escolha pelo 3G se deu unicamente por questões financeiras, portanto, se sua saúde financeira estiver boa, compre um iPhone 3GS, que na minha opinião está muito próximo do celular que considero ideal, ao menos para as minhas necessidades. Por outro lado, é importantíssimo lembrar que mesmo não sendo um "S", o 3G é um excelente equipamento.
O fator decisivo para a aquisição do iPhone foi a App Store. Confesso que desde que vendi o iPod Touch há mais de um ano, nunca mais havia navegado pela loja de aplicativos da Apple. Continuei acompanhando o lançamento de alguns aplicativos através da mídia, blogs e podcasts, mas nunca mais havia navegado pela loja. Semana passada resolvi consultar a App Store em busca dos principais aplicativos que eu usava no Centro e outros tantos que me interessam em virtude da minha próxima viagem em Janeiro de 2010. Encontrei tudo que eu precisava e mais um pouco! Praticamente decidi a compra do iPhone naquele momento!
Os outros fatores que me levaram a escolher o iPhone foram o sincronismo nativo com o iTunes, Address Book, iCal, iPhoto, etc. e os demais requisitos que eu buscava no meu futuro smartphone como GPS, Wi-Fi, navegação Web, etc. Eu buscava também uma câmera melhor, por isso cheguei a cogitar o N95 8GB, que acabei não comprando basicamente em virtude do teclado numérico. Se o teclado fosse similar ao Palm Pre, acredito que eu teria comprado. Cogitei também o Palm Pro pela possibilidade de expansão de memória até 32GB, mas o Windows Mobile não me agrada muito e a câmera está repleta de críticas em diversos blogs. A idéia de integração em torno do eco-sistema Google que o Android permite me agrada muito, mas dentre todas as plataformas, o Android é o que me daria mais trabalho em termos de aplicativos. Por fim, de todas as opções que venho considerando há meses, o que tinha menos pontos negativos (e muitos positivos) na minha lista de exigências era de longe o iPhone. Basicamente o que me incomoda nele é a câmera e a memória. Por isso acredito que o 3GS seria completo para mim.
Vamos então as minhas primeiras impressões. Falei um pouco sobre elas no último episódio do Hora do Mac, mas citarei abaixo os principais pontos:
Bateria - Todos tem dito que o problema da bateria é decorrente do firmware 3.1. Espero que seja, pois a duração da bateria tem sido um problema muito sério para mim. Eu falo um pouco mais que a média das pessoas pois o celular é uma ferramenta de trabalho, mas num dia normal a bateria do Centro durava até a noite e isso não tem acontecido com o iPhone, portanto, repito, espero (muito!) que um novo firmware me de mais fôlego!
E-mail - Achei muito ruim a forma como a Apple lida com alertas e contas de e-mail. Sempre que um alerta de novo e-mail chega e você clica no ícone de e-mail, o programa abre na última conta que você usou, quando o ideal seria abrir na mensagem que acabou de chegar como ocorre com quase todos os smartfones. Outro problema é passar de uma conta para outra. É preciso voltar até o diretório raiz do programa de e-mail para depois navegar novamente até a caixa de entrada da outra conta. Os demais smartphones integram as caixas de entrada ou dão a opção de um menu n para alternar entre as contas. Como trabalho muito com e-mail no celular, essa situação tem sido bastante inconveniente.
Telas vs. Grupos/Categorias - Não me agrada muito a forma como os aplicativos são organizados no iPhone. Fui sempre habituado a usar categorias ou grupos para separar os aplicativos e o sistema de páginas do iPhone não tem sido eficiente para mim. Depois de alguns dias perdido entre milhares de aplicativos espalhados por toda parte o que fiz foi organizá-los por páginas seguindo mais ou menos a lógica que eu mantinha nas categorias do Palm OS ou pastas do BlackBerry. Outra coisa que tenho feito é me treinar a usar os atalhos do botão Home. Programei os dois cliques para minha lista de números preferidos e em paralelo estou abusando do Spotlight para fazer buscas na agenda de telefone. Um clique no Home me leva para a página principal e de lá um novo clique me leva para o Spotlight. É quando já estou na página principal (tenho me forçado a manter a tela principal como principal), o Spotlight está a um clique de distância!
Dock - Fiz algumas alterações no Dock, que ficou dessa forma: "Telefone", "iPod", "Settings" e "Camera". Para complementar a reorganização do Dock coloquei na parte superior da tela principal os seguintes ícones: "SMS", "Contatos", "Calendário" e "E-mail", que são os que mais uso no dia-a-dia. Minha tela principal, alias, está perfeita! Tudo que mais uso está lá, incluindo o Facebook, o cliente de Twitter Echofon e NetNewsWire para ler os feeds do Google Reader.
Como mencionei no início do texto, há um bom tempo não visitava a App Store e além da grande quantidade de aplicativos fiquei muito impressionado com a excelente qualidade de alguns deles. O Facebook e o eBay, por exemplo são, na minha opinião, melhores e mais funcionais que a própria página web/desktop. Passei dois dias em busca de um aplicativo para substituir o HanddyShopper e depois de alguns finalistas e um pouco de dinheiro gasto, optei pelo "Grocery G" (versão paga) que mesmo não sendo tão completo como o HandyShopper já passou hoje pelo primeiro teste na vida real. A principal característica que me me agradou foi a possibilidade de criar e editar informações das listas via interface Web.
Um outro aplicativo que venho testando sem muito sucesso é o RunKeeper. Estou usando a versão gratuita nos testes, mas pretendo comprar o aplicativo completo em virtude das demais funcionalidades, mas antes preciso fazer o GPS funcionar bem com ele. Esse final de semana pretendo resolver isso!
Já um aplicativo extremamente importante para mim é o Documents To Go, que habilitou recentemente a edição de planilhas Excel. Sem o Documents To Go confesso que teria bastante dificuldade com o iPhone no meu dia-a-dia profissional e pessoal. É um aplicativo que uso há anos no Palm OS e Windows Mobile e tenho que dar o braço a torcer, pois a versão para o iPhone está muito boa.
No início do ano, criei aqui no Blog a seção Aldeia Individual, que tinha como objetivo tratar de um outro lado mais social e menos tecnológico. Assuntos como Viagens, História, Literatura, etc., começaram a ser organizados nessa nova seção, mas infelizmente não gostei do resultado obtido e resolvi organizar a casa novamente. Esses assuntos foram devolvidos para o antigo Blog Aldeia Individual que fica hospedado em http://www.aldeiaindividual.com.br e aqui neste Blog e na Página do Podcast no Facebook, voltaremos a tratar só de tecnologia. Os assuntos ficarão assim divididos:
01) Aldeia Individual - Assuntos ligados a Viagens, História, Literatura, Relações Internacionais, dentre outros. O endereço do Blog é: http://www.aldeiaindividual.com.br e o feed RSS é: feed://aldeiaindividual.com.br/feed/
02) Vladimir Campos Podcast no Facebook - Criei uma Página no Facebook para o Podcast e tenho atualizado ela diariamente, pois realizar publicar no Facebook é muito simples e prático do que publicar aqui no Blog. Convido os interessados a visitarem a página ou se tornarem Fãs. O endereço é: http://www.facebook.com/vcpodcast
03) Vladimir Campos Blog - Aqui neste Blog, continuarei a publicar assuntos que precisam ser mais elaborados que o espaço e condições do Facebook permitem. Portanto, continue com o feed assinado pois as publicações, apesar de mais esporádicas, continuarão a acontecer aqui no Blog.
Já divulguei no Twitter e no Facebook, mas para os que ainda não sabem, comprei um iPhone 3G de 8GB, que deve estar chegando nos próximos dias. Neste intervalo comecei a preparar a casa para receber o novo morador. Resisti o máximo que pude, mas minha hora chegou!
A primeira atitude foi rebaixar o Firefox para o banco de reservas e voltar a usar o Safari. Através do xmarks importei todos os meus favoritos do Firefox para o Safari e aproveitando o processo reorganizei algumas categorias para me permitir uma melhor navegação no iPhone. Em seguida apaguei todos os meus contatos do Address Book e compromissos do iCal. Atualmente sincronizo as informações de ambas as agendas com o Exchange no trabalho e pretendo que o iPhone seja a ferramenta utilizada para realizar o back-up local dessas informações no meu Mac. O último passo de hoje foi voltar a usar o Mail como cliente de e-mail, pois há algum tempo eu passei a administrar minha conta de e-mail através da interface on-line do Gmail. Portanto, reativei o Mail e já transferi todas as anotações (notas) que eu tinha no Palm Centro para o Mail. Assim, terei essas informações disponíveis no iPhone já no primeiro sincronismo.
Como eu já tive um iPod Touch, meu iTunes está repleto de aplicativos pagos e gratuitos que eu usava no iPod. Para que tudo funcione perfeitamente no iPhone, atualizei todos eles e aproveitei para pesquisar e baixei outros inúmeros programas gratuitos sobre os quais eu vinha lendo nos últimos meses. Minha passagem pela iTunes Store terminou com a aquisição do Documents to go, sem o qual não posso sobreviver no meu dia-a-dia.
Pretendo ainda hoje configurar a versão desktop do SplashID e transferir para lá todas as senhas que estão na versão que atualmente sincronizo com o Centro. Mas há ainda muito o que fazer! A próxima semana será lona e repleta de histórias para o próximo episódio do podcast.
Episódio número 117 de 17/09/2008. Alem de expor minhas opiniões relativas aos lançamentos divulgados no evento It's only rock and roll da Apple, comento o pré-lançamento do Palm Pixi e minha recente experiência com o Facebook.
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~ Podcast Especial – “It’s only rock and roll”
~VCP no Facebook
~ Palm Pixi
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Há alguns meses criei uma conta no facebook e desde então entrava lá vez por outra para dar uma olhada e aceitar os convites que eu recebia de amizades e aplicativos. Como eu aceitava todos os aplicativos que me mandavam e em paralelo dedicava pouco tempo a entender o funcionamento das coisas, meu facebook virou uma grande bagunça. Por fim ele parecia mais um ente vivo que me dominava :)
No final de semana passado resolvi dominar a fera e dediquei tempo e atenção para entender o facebook enquanto plataforma e organizar minha conta. Organizei tudo, entendi tudo e acabei descobrindo a possibilidade de criar páginas de conteúdo para empresas. Conclusão: criei uma para o Podcast e a vinculei a minha conta do twitter.
Estou tão impressionado com as possibilidades do facebook que resolvi fazer uma experiência e começar a usar ele como uma plataforma para disponibilizar conteúdo, por ser mais ágil que o blog e mais completa que o twitter. E parece que eu estava com a razão pois tenho publicado conteúdo lá diariamente. Portanto, convido todos os usuários do facebook, ouvintes do meu podcast e leitores do meu blog a se tornarem fãs do Vladimir Campos Podcast no facebook e participarem dessa experiência.
Episódio número 116 de 31/08/2009. Relato da modificação que fiz no iPod 5.5, alterando o HD original por um catão de memória CompactFlash.
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Os fragmentos de música utilizados no início e final do podcast são parte da música "More Red Than Red" (retirada do "podsafe music network"). Derek K. Miller é o autor da música.
Tenho que confessar que adoro meu iBook G4. Depois de mais de quatro anos de via, um novo HD de 160 GB e duas atualizações de sistema operacional (Tiger e Leopard), não vou poder mais continuar com ele. O Snow Leopard foi lançado e como já era sabido, não há compatibilidade com arquiteturas não-Intel :,(
Eu adoro meu iBook G4! Ele tem um tamanho e peso ideais para usar em casa e transportar para o trabalho ou viagem. A bateria dele ainda dura entre uma e duas horas, dependendo do que estiver ligado (Wi-Fi, CD, etc...) e o mais importante, ele tem sido um companheiro extremamente eficiente e estável durante todos esses anos. Nunca na minha vida pré-Mac eu tive um computador que durou tanto tempo e se manteve atual e atualizado depois de tantos anos de uso! Isso me impressiona muito.
Mas ainda não é hora de partir. Só terei condições financeiras de adquirir um novo computador no final do ano, então ainda vou curtir meu iBook G4. E depois que a migração for realmente concluída, ele passará a ser meu netbook. Ou seja, não será uma aposentadoria de verdade. Ele passará a fazer parte de um outro momento da minha vida e espero que dure mais vários anos nesta nova atividade :)
Considero o BlackBerry como a melhor de todas as ferramentas de comunicação corporativa de nossa era digital. Acompanho a evolução dessa fantástica ferramenta desde os tempos em que era apenas um pager de duas vias, mas já nesta época permitia aceso ao e-mail do Yahoo! AOL, dentre outros. O que vemos hoje é, portanto, fruto do amadurecimento de um produto pioneiro e sua interação com a concorrência.
Porém, apesar de toda a admiração e respeito, meu problema em relação ao BlackBerry sempre foi a falta de suporte para usuários Mac. E aqui peço desculpas pela atitude radical, mas não tenho mais paciência na minha vida pessoal (há algum tempo, aliás) para lidar com os problemas do Windows. Portanto, prefiro abrir mão de produtos e serviços não compatíveis com o Mac a ter que voltar a usar o Windows. E acredito que de um modo geral os usuário Mac são assim. Mesmo depois do Boot Camp e similares o Mac OS continua mostrando sua qualidade. Tanto é verdade que mais e mais empresas têm portado aplicativos do mundo Windows para o mundo da maçã.
E com a RIM não poderia ser diferente. Depois de ter lançado o "BlackBerry Media Sync" - que eu adorei! - promete para setembro o lançamento do Descktop Manager também para o Mac. E isso muda muito as coisas para mim e acredito que para outros usuários de Mac. Estou tão animado com este anúncio que há algum tempo vem buscando na Internet e testando aplicativos similares aos que eu há tempos uso no meu Palm Centro. Quase todos já estavam disponíveis há bastante tempo, mas agora a lista está quase completa.
Além do eReader (agora disponível!) e Mobipocket eu precisava muito do HandyShopper (ou similar) e SplashID (ou similar). Para substituir o HandyShopper, comprei e instalei o MyCart! Pro e no caso do SplashID, experimentei o KeePass, mas não tive sucesso. Apesar de ter feito alguns testes bem sucedidos antes de portar manualmente todas as minhas senhas, passei a ter problemas para abrir o aplicativo no BlackBerry Curve 8300. A base de dados corrompida com frequência e erros de Java constantes ao abrir aplicativo me deixaram sem confiança na ferramenta. Acabei então abandonando o MyCart! Pro e passei a usar o aplicativo de senhas nativo do BlackBerry. Como não há sincronismo, portei manualmente apenas as senhas principais que uso no dia-a-dia e espero poder fazer o back-up no Mac assim que o Desktopo Manager for liberado. E obviamente espero que com a chegada do Desktop Manager, aplicativos como o SplashID ou 1Password passem a sincronizar com o BlackBerry via Mac.
Parabéns RIM pela iniciativa de portar o Desktop Manager para o Mac OS! E com esta novidade, o Curve 8900 entrou na minha lista de aparelhos prováveis para substituir o Centro!
Episódio número 115 de 01/08/2009. Relatos da viagem a Buenos Aires, Punta del Este e Montevidéu.
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Chegamos hoje a Montevidéu depois de uma "passadinha" por Punta del Este. Saímos de Buenos Aires na sexta-feira passada pegando o Buquebus as 16:00h, numa viagem que levou por volta de três horas no barco até Montevidéu e depois uma conexão de mais duas horas de ônibus até Punta. Já mencionei que por aqui há Wi-Fi por toda parte? (risos). Impressionante isso! A sala de embarque do Buquebus tinha Wi-Fi, o Buquebus e o ônibus de Punta até Montevidéu também. Provavelmente o ônibus de Montevidéu para Punta também tinha, mas não testei. Preferi ficar ouvindo música e podcasts no meu iPod.
Punta é uma cidade muito bonita, limpa e organizada, mas infelizmente nos pareceu uma cidade preparada para gente rica passar as férias de verão fazendo compras em lojas caras e comendo em restaurantes caros :( Já imaginava isso, mas por ser muito perto de Montevidéu resolvi colocar no roteiro.
Além da genial escultura em forma de mão saindo da areia da praia, gostei de mais duas outras coisas em Punta:
1) Andar pelas ruas da cidade e olhar para meu lado direito e para o esquerdo em determinadas ruas e conseguir ver praias em ambos os lados foi algo no mínimo curioso. É realmente algo bastante raro e diferente de se ver :-) Não vi isso nem em Fernando de Noronha.
2) Visitar o Museo del Mar e conhecer e apreciar suas inúmeras espécies marinhas e itens históricos de Punta foi fantástico! Não se deixe impressionar pelo site do museu. Ele é muito, muito mais rústico e simples que a sofisticação apresentada no site, mas o conteúdo é fantástico! Há muitas espécies expostas, cada qual com textos detalhados sobre seu eco-sistema, predadores, etc. Mas fui surpreendido pela quantidade absurda de material histórico sobre Punta. Recortes de jornais, fotos, antigos artigos utilizados pelas famílias de Punta, etc. A vontade que tive (como apaixonado por história que sou) foi de ler tudo e fotografar tudo, mas isso levaria horas e acabei fotografando o principal e curtindo o máximo que pude dos textos históricos.
E por falar em "História", comprei alguns livros (biografias) em Español em Buenos Aires sobre figuras históricas. Quero comprar mais alguns aqui em Montevidéu, para praticar meu Español nos próximos meses :) Toda vez que compro um novo livro por aqui, lembro do que o Whinston disse no último episódio do podcast (que só compraria um novo livro ao terminar o atual), mas não sei se terei uma nova chance de compara livros em Espanhol por um bom preço pelos próximos meses, então vou radicalizar um pouco :)
Desde que criei o Blog, acredito que seja a primeira vez que coloco um post durante uma viagem. Para os que ainda não sabem, estou de férias em Buenos Aires :-)
Muitas coisas, aliás, estão diferentes para mim nesta viagem. Alugamos um apartamento por uma semana (sábado a sexta) e estamos mais descansando e vivendo a cidade como moradores do que como turistas. Visitamos os pontos turísticos no sábado, domingo e parte da segunda e desde então temos levado uma vida comum de moradores. Hoje, por exemplo, lavamos as roupas "em casa" e levamos tudo para secar na lavanderia da esquina por cinco Pesos (converta no Google e entenda como isso é pouco!). Em frente ao nosso apartamento há um pequeno supermercado e na esquina uma loja de frutas. O metrô está também muito próximo e as lojas e cafés da Santa Fé têm sido lugar comum quase todos os dias.
O eeePC tem se mostrado um excelente companheiro de viagem apesar de estar sempre ficado "em casa", onde temos até Wi-Fi! A noite e pela manhã usamos ele para ler e escrever e-mails e também para acessos ao Google Maps e Google para procurar locais e buscar informações de um modo geral. E agora para este post no Blog :) Se fosse o caso, poderia até levá-lo comigo na mochila pois praticamente todos os Cafés e restaurantes aqui têm Wi-Fi. Muito interessante isso! Gostaria que Brasília fosse assim. Imagino que São Paulo e Rio tenham muitas redes Wi-Fi, mas Brasília deixa muito a desejar.
Ontem choveu o dia inteiro e por isso acabamos trocando as caminhadas + metrô pelo taxi. Hoje apesar de não ter chovido, ventou muito, muito, muito... Por essa razão passamos mais de duas horas num café durante a tarde e depois voltamos para casa para nos prepararmos para o "Fantasma da Ópera" as 20:30h. E por essa razão (ócio em casa) resolvi mandar notícias de Buenos Aires :)
Até concordo que o Wi-Fi está presente em quase toda parte nos dias de hoje, mas sempre que viajo com o notebook levo comigo um cabo de rede, principalmente para uso nos quartos de hotel, onde o Wi-Fi não costuma chegar :-)
O único problema é que por menor que sejam esses cabos, eles acabam ocupando um enorme volume na mochila. A solução foi buscar no mercado um cabo retrátil, que por mais que eu explicasse ninguém conseguia me entender. Sempre que eu perguntava pelo cabo nas lojas de informática, o vendedor me chegava com cabo USB retrátil. Depois de muito procurar e quase desistir, me lembrei do Mercado Livre e lá encontrei algumas opções do meu cabo de rede retrátil :)

A imagem aí em cima diz tudo, economizarei um enorme espaço na mochila graças aos cabos retrateis. O de rede agora se juntará ao meu mini-mouse e ao cabo do iPod ambos também em versão retrátil :)
Um fato que sempre me chateia na história da humanidade é a utilização da fé e da crença das pessoas (população) em prol da gerra. Fé, religiões e crenças deveriam rimar com paz e harmonia e não com guerras, disputas, conquistas e conflitos armados. Mas ainda tenho esperanças, um dia chegaremos lá!
Em 2005 fiquei hospedado em uma posada de um ex-professor universitário de história de Goiânia que largou tudo para viver da renda de uma pousada em Pirenópolis-GO. A sala de TV da pousada repleta de livros abrigava juntos em uma das prateleiras um exemplar do Alcorão, uma Bíblia e um Evangelho de Kardec. Fiquei tão feliz com a imagem dos três livros juntos ali em perfeita harmonia que não resisti e bati a foto abaixo.

Semana passada terminei o maravilhoso livro "Esta Noite a Liberdade", que trata da independência da Índia e numa das passagens inevitavelmente lembrei da minha foto: "Não esqueceu da estatueta de marfim que Gandhi levava sempre consigo e que, sob a forma de três macacos, com as mãos nos ouvidos, nos olhos e na boca, representava os três segredos da sabedoria: 'Não ouça o mal, não veja o mal, não diga o mal'. No seu saco de algodão meteu os livros que exprimiam o ecletismo deste original mensageiro da reconciliação: o Bhagavad Gita hindu, o Alcorão, as Práticas e preceitos de Jesus e uma seleção de pensamentos judaicos."
Eu já havia lido na adolescência uma biografia de Gandhi, mas mês passado numa das minhas visitas ao meu sebo predileto em Brasília, me deparei com "Esta Noite a Liberdade" e me encantei pelo livro na primeira página da introdução. Comprei e o devorei em poucas semanas!
O livro é uma obra de arte que conta em detalhes todo o processo de independência da Índia. Os autores conseguiram tirar toda a mística deste que foi um dos mais belos processos de independência e transformaram todos os personagens em mortais comuns, demonstrando suas qualidades e defeitos. É sem dúvida alguma um dos livros mais bem escritos que já li.
E exatamente como aconteceu da primeira vez que li a história de Gandhi ainda na minha adolescência, me encantei mais uma vez com esse pequeno grande homem e quase morri de tristeza nas páginas que relatam a conspiração que culminou com seu assassinato.
Nestes momentos sempre cai em mim como uma pedra de mil toneladas a angustiante realidade de que o ser humano tem uma incapacidade surpreendente de compreender e aceitar a bondade pela bondade. Mas um dia chegaremos lá! Estou certo disso!
De minha parte continuo minha saga de leituras das histórias dos grandes homens que aos poucos vão mudando o mundo. Já nas últimas páginas de "Saí da Microsoft para mudar o mundo", levarei comigo na viagem para a Argentina e Uruguai "O homem que queria salvar o mundo", uma biografia de um brasileiro fantástico chamado Sergio Vieira de Mello. Há alguns anos descobri e me encantei pelo trabalho dele ao redor do mundo e comecei a acompanhar seu trabalho. Infelizmente acabei acompanhando também o que eu não queria. Li a notícia de sua morte no Iraque via Wap na pequena tela monocromática de um Nokia 3320 enquanto caminhava para visitar um cliente. Acompanhar ao vivo a notícia da sua morte foi algo triste demais para mim e muito difícil de aceitar até hoje. Quando nos dias de hoje passo pelo local no qual lia as notícias do atentado e acompanhava a tentativa de resgate da tela do meu celular ainda me cai uma profunda tristeza. Foi uma bomba terrorista no prédio da ONU onde ele estava no Iraque que o matou. Cheguei a imaginar que o resgatariam com vida já que ele chegou a fazer um contato via celular quando sob os escombros, mas infelizmente ele se foi :,-(
Sobre o livro "Esta Note a Liberdade", infelizmente essa bela história não é mais editada, mas se o encontrar em alguma biblioteca ou em algum sebo, mesmo que em péssimo estado de conservação, recomendo a compra e a leitura!
Episódio número 114 de 09/07/2009. Minha experiência de instalação do Ubuntu Netbook Remix 9.04 no eeePC 701 e minhas primeiras impressões do computador e do sistema operacional.
OBS. IMPORTANTE: Diferente do que costumo fazer, este episódio foi produzido de forma muito mais simples. Não usei um computador, mesa de edição ou microfone especial. A produção ocorreu da seguinte forma. A gravação original foi realizada no aplicativo CallRec no meu Palm Centro no percurso entre minha casa e o trabalho na manhã do dia 09/07/2009, depois disso o arquivo foi transferido a noite para o eeePC para ser filtrado no Audacity e finalmente transferido para o Mac para ser gerada sua versão AAC no GarageBand. Adorei a experiência!
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~ Instalando o Ubuntu Remix 9.04 num eeePC 701
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~ Usando o terminal
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Não estou conseguindo parar para me programar e gravar o podcast. Dia 18 viajo e estou usando cada minuto extra para organizar tudo no trabalho e na vida pessoal e ao mesmo tempo quero experimentar e curtir ao máximo o eeePC 701 rodando o Ubuntu. Junte-se a isso dois pré-adolescentes de férias em casa (será que eu fazia tanto barulho assim na adolescência??!!) e temos uma combinação perfeita de eventos que atrapalham atividades mais complexas como a gravação e edição de um podcast.
Mas quero aproveitar este post para falar um pouco do Ubuntu. Estou adorando este sistema operacional no meu dia-a-dia. É impressionante como existem aplicativos para tudo que preciso. A gama de aplicativos me lembra muito o mundo do Palm OS que tem uma solução para quase tudo!
Alguns exemplos... Eu queria sincronizar um pendrive com o eeePC e dentre umas três opções que experimentei, fiquei com o Grsync. Queria editar um vídeo e depois de algumas experiências fiquei com o Avidemux (Qt). Estou até experimentando sincronizar o iPod com o Linux! Dentre algumas das opções gostei bastante do gtkpod, mas confesso que ainda não tive sucesso. Na verdade estou apanhando bastante. O Rhythmbox Music Player (que vem no Ubuntu), por sua vez, será muito útil na minha viagem. Conecto o iPod no computador e ouço as músicas do iPod nas caixas de som do eeePC. Muito bom isso para ouvir música no hotel :)
Confesso o crime! No lugar de trabalhar (leia-se: gravar o podcast) estou brincando (leia-se: descobrindo o Ubuntu). E o pior é que está divertido e viciante! Então, por favor, tenham paciência se o podcast demorar, pois estou adorando "brincar"! :)
Normalmente escrevo os textos do blog diretamente na interface de administrador do b2evolution, mas dessa vez estou fazendo diferente, estou usando o OpenOffice 3.0 que vem embarcado no Ubuntu já com o objetivo de aproveitar a oportunidade e testar a ferramenta e o espaçamento das teclas do meu novo netbook.
Semana passada eu comprei um Asus eeePC 701 (preto) com 2GB de memória. Decidi comprar um netbook depois de várias situações de necessidade de acesso a informações em momentos em que eu me encontrava longe de um computador. Normalmente carrego as informações num cartão SD de 4GB no meu Centro, mas há arquivos muito grandes que o Centro leva vários minutos para abrir e outros (como arquivos PDF de 30 páginas) que simplesmente não são práticos de se ler na micro-tela do Centro. Pensei num Touch, iPhone ou outro smartphone com tela similar, mas no fim o problema acabaria sendo o mesmo que já enfrento hoje. Por outro lado também não queria um netbook da nova safra por se parecerem cada vez mais em peso, tamanho e principalmente preço aos velhos notebook. Já tenho um notebook, portanto, precisava de algo o mais simples e barato possível.
Ele vem com um “HD” de 4GB e eu já tinha um cartão de 8GB que antigamente eu usava no Treo 680. Os documentos do trabalho guardo em um pendrive de 4GB e o microSD do Centro tem um adaptador USB para ser usado com um pendrive quando necessário, então estou muito bem servido de memória. Alias essa possibildiade de integração de todos os meus mundos via SD/USB foi também um ponto muito forte para me decidir por um netbook no lugar de um smartphone.
Substitui o Linux original dele pelo Ubuntu Remix 9.04 e com as excelentes dicas do Iuri Diniz otimizei principalmente a interface gráfica do Ubuntu e do Firefox, que na minha opinião é um dos maior problemas do 701 em virtude do reduzido tamanho de tela. Aliás, recomendo o excelente post dele sobre a instalação do Remix 9.04. Parabéns Iuri!
Tive outros problemas como o ajuste da câmera no Skype (resolvido com uma alteação na BIOS) e ainda no Skype, o microfone não funcionava e resolvi isso com pequenos ajustes de configuração no próprio Skype e no Ubuntu. O slot do cartão de memória também não funcionava mas resolvi com alguns comandos de terminal :)
De um modo geral estou gostando muito e pretendo contar minha experiencia completa com a máquina no próximo podcast que devo grava na quita-feira próxima. Vou contar todos os detalhes de uma saga com três instalações do Ubuntu na longa madrugada de sexta para sábado :)
Quero esperar mais alguns dias para gravar o podcast pois pretendo por em prática minha utilização do 701 no dia-a-dia profissional para então contar tudo em detalhes.
Episódio número 113 de 18/06/2009. Minhas opiniões sobre os lançamentos do Palm Pre e das novidades da Apple na WWDC 2009.
Links Mencionados
~ Palm Pre available today!
~ Introducing the Palm Pre
~ Man smashes his iPhone because of his Palm Pre
~ Palm Pre goes on sale nationwide, line forms on the right
~ GSM Palm Pre in Eastern Europe September; Western Europe prior to that?
~ Apple WWDC 2009
~ Palm Responds To Apple's iTunes Sync Notice
~ Palm Pre Software Update (webOS 1.0.2) Available OTA
~ Snow Leopard
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Os fragmentos de música utilizados no início e final do podcast são parte da música "More Red Than Red" (retirada do "podsafe music network"). Derek K. Miller é o autor da música.
Com a reforma que fizemos recentemente em casa tivemos que reorganizar alguns moveis e itens e consequentemente dar algumas coisas e jogar outras fora. De minha parte foi também uma boa desculpa para avançar mais um passo no meu processo de digitalização das coisas.
Hoje todas as minhas músicas e quase todas as fotos já estão no meu computador. Alias, o iTunes e o iPhoto são um show a parte no que diz respeito a organização de músicas e fotos. Recibos de pagamentos são prontamente transformados em PDF e arquivados, documentos como exames de sangue e similares sem validade jurídica também há algum tempo só sobrevivem em modo digital (também em PDF) na minha vida. Mas havia ainda uma quantidade enorme de papel que eu precisava digitalizar.
Havia, por exemplo, uma pasta cheia de e-mails antigos impressos. Sobreviveram aos muitos problemas do Windows e a falta de serviços de webmail graças ao bom e velho papel. São alguns e-mails, digamos, sentimentais com quase 10 anos de vida e bastante castigados pelo mofo. São conversas a respeito de meu antigo portal de PDAs. Elogios, parcerias, acordos e detalhes do tipo. Também estão na pasta recortes de jornal e revistas que citaram meu portal na época e até uma impressão da página de confirmação de registro do meu primeiro domínio. Uma raridade quase histórica! :)
O problema é que o papel estraga muito rápido (mesmo quando muito bem cuidado) e no meu caso em especial, sou muito alérgico e o mofo acaba comigo. Ou seja, digitalizar é a melhor solução no meu caso. Dessa forma evito os problemas de espaço e mofo e ao mesmo tempo posso consultar tudo de forma muito mais ágil. Agora, com tudo devidamente arquivado no computador e indexado pelo Spotlight, minha vida será muito mais fácil e divertida daqui para frente.
Faltam ainda alguns poucos papeis e algumas fotos de família bem antigas (em preto e branco) que quero digitalizar para completar esta última fase analógica da minha vida. Meu objetivo é guardar apenas uma pequena pasta com documentos com valor legal como certidões, escrituras, etc., e o resto será totalmente digital e é claro protegido por dois backups, afinal, quem tem um não tem nenhum ;-)
Mais um produto da minha lista de antiguidades está se despedindo do mundo. A partir de 30 de junho (de 2009), canais cadastrados no AvantGo não funcionarão mais. É muito provável que você não tenha a menor idéia do que seja AvantGo, mas era um produto revolucionário há alguns anos. O AvantGo coletava informações de sites cadastrados (canais) e durante o sincronismo do PDA com o computador descarregava esses informações para serem lidas em modo desconectado. Acredite você ou não, no passado ter uma conexão permanente através de dispositivos móveis era um luxo!

Apesar de não utilizar o AvantGo há algum tempo, cheguei a fazer recentemente alguns testes muito bem sucedidos usando meu Tungsten E e o MissingSync (mais detalhes aqui e aqui). Impressionante como uma tecnologia tão antiga funciona(va) bem até os dias de hoje!
Fico triste por mais um produto de qualidade que não encontrou espaço para evoluir e se adequar as características deste novo mundo sempre conectado. Porém, apesar dos momentos muito felizes que tive lendo notícias através do AvantGo em meus antigos PDAs, não me vejo hoje sem o Google Reader Mobile e notícias em tempo real ;-)
Episódio número 112 de 04/06/2009. Saiba como simulei no Centro a utilização do serviço Microsoft ActiveSync com a ajuda do GooSync, Google Calendar e Gmail. Em paralelo, aprimorei o aplicativo de telefone do Centro com o TAKEphONE.
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Finalmente chegou o dia do lançamento do Palm Pre! Evidentemente já há muita informação a respeito dele na Internet, mas a Sprint colocou em seu site um sistema interativo que achei bem interessante.
Porém nada do que vi até o momento se compara ao que o site PreCentral.net fez em termos de informação. Já está disponível lá uma análise extremamente detalhada e gigantesca do aparelho. Tão grande e detalhada que confesso que ainda não li tudo. Apenas passei os olhos, mas pretendo ler tudo em detalhes ao longo do dia ;-)
Nos próximos dias estarei acompanhando análises, podcasts e informações oficiais da Palm e Sprint a respeito do aparelho para em breve publicar um podcast especial sobre o Pre.
Episódio número 111 de 30/05/2009. Neste episódio, falo um pouco da reforma geek feita na minha casa e do planejamento para minha próxima viagem a Argentina e Uruguai. Além é claro das costumeiras notícias sobre tecnologia.
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~ D7 - All Things Digital
~ Rubinstein and McNamee: Remaking Palm
~ iTunes Compatible Players
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~ Zuker Viagens & Turismo
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~ O Viajante Independente na América do Sul
~ BUQUEBUS
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Quando escrevi sobre a organização da minha discografia do U2, comentei sobre o "problema" de colocar todas as letras das músicas (que não são poucas!) e o Edu e o Alexander deixaram comentários no post com sugestões de aplicativos que fazem o trabalho automaticamente.
Gostei muito das duas opções sugeridas, mas acabei ficando com o Harmonic pelo fato de ser um Widget do Dashboard. Como já uso o Widget to iTunes que vem no Dashboard, fica tudo muito mais simples e de certa forma integrado.

A vantagem do GimmeSomeTune sugerido pelo Edu é que ele também procura as capas dos CDs, mas como todos os meus CDs já estão com capas, não é um recurso que preciso. Fica aqui a dica para quem ainda não tem as capas dos CDs. No meu caso já passei por essa fase de organização há algum tempo :-)
Edu e Alexander, muito obrigado pelas dicas!!!
Jon Rubinstein da Palm e Roger McNamee da Elevation Partners estiveram na D7 - All Things Digital falando sobre o Palm Pre e demonstraram um recurso que ainda não havia sido divulgado, mas que está agora sendo comentado em blogs e sites de tecnologia por toda a Internet.
Ao que tudo indica Rubinstein trouxe da Apple não só sua experiência de executivo, mas também algumas dicas de como enganar o iTunes fazendo ele "pensar" que o Palm Pre é um iPod. Esse recurso foi demonstrado na D7 e deixou muita gente boquiaberta. Incluindo este que vos escreve!
Achei o recurso fantástico e simplesmente transforma do Pre no dispositivo ideal para mim com um teclado físico, compatibilidade com aplicativos Palm OS, o fantástico recurso de sinergia, um excelente navegador web e o sincronismo de músicas com minha biblioteca iTunes. Por outro lado não acredito que a Apple ficará indiferente deixando a Palm "invadir" o iTunes.
Tenho utilizado o Twitter para esse tipo de recado e quem me acompanha lá deve saber que minha vida anda um pouco bagunçada ultimamente. Ocorre que ontem o Henrique da lista Apple-DF me perguntou se estava tudo bem com o podcast, se eu andava desanimando, etc... Então resolvi colocar esse recado aqui no site para explicar as coisas aos que não me acompanham no Twitter ou não têm me acompanhando esses dias.
Então, em primeiro lugar, que fique claro que não estou desanimado com o podcast. Estou desanimado é com a agitação da minha vida que está prejudicando coisas que adoro fazer como, por exemplo, o podcast. Mas isso passa. Espero :)
Na semana passada em especial (de segunda a domingo!) passei por uma obra em casa que parecia que nunca iria acabar (na verdade toda obra é assim, certo? rs.) e só na segunda-feira a noite consegui tirar todos os móveis que estavam entulhados no escritório (onde gravo o podcast) e finalmente colocar meu computador na minha mesa e conectá-lo ao equipamento de gravação e edição do podcast.
Ando também bastante cansado pois esse ano minha semana de trabalho se tornou mais longa e o final de semana bem mais curto. Com aulas de Espanhol de oito as doze aos sábados, não tenho consegui descansar o suficiente e acabo usando os poucos intervalos que tenho para relaxar. Estou adorando as aulas, mas estuda também exige dedicação extra-classe especialmente em se tratando de um nova língua. Ou seja, acabo usando horários antes vagos na semana para estudar e praticar o Espanhol. E convenhamos esse horário de sábado é de matar! rs.
Bem, esse não é um desabafo, pedido de ajuda ou reclamação da vida. Meu único objetivo aqui é dizer a todos vocês que o podcast não morreu e o mais importante, não pretendo matá-lo. Só preciso contar com a paciência de vocês para que eu consiga me reorganizar e fazer com que tudo volte a sua frequência normal.
P.S.: E mês que vem teremos muitos assuntos para o podcast com as várias novidades prometidas pela Apple e Palm!
Gostaria de dedicar muito mais do meu tempo a organização da minha biblioteca de músicas no iTunes, mas o tempo me falta, então vou organizando aos poucos. Depois dos Beatles chegou a vez da discografia do U2. Esse final de semana organizai os álbuns cronologicamente, e comecei a colocar as letras das músicas.

Tenho escutado muito o CD "How to Dismantle an Atomic Bomb" (a propósito, adoro as músicas e principalmente o nome desse CD!) e o novo "No Line On The Horizon" então comecei colocando as letras nas músicas destes dois CDs, mas há muito ainda a fazer para terminar o trabalho :)
Episódio número 110 de 07/05/2009. Atendendo a pedidos, algumas dicas de como gravar seu próprio podcast no Mac e minhas impress?es positivas a respeito dos excelentes produtos da Vaja Cases.
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~ Minhas fotos do sensor Nike+
~ Replace battery in Nike+ sensor for under $5
~ Cicero Papelaria
~ Fim do GeoCities :(
~ VCP.52 - GarageBand 3.0
~ Vaja Cases
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Desde que passei a usar um leitor de cartões microSD como pendrive, venho tentando encontrar a melhor forma de fazer com que os meus arquivos Office interajam bem com o Documents To Go no meu Palm Centro.
Toda vez que eu abria o Documents To Go depois de retirar o cartão microSD e o colocá-lo novamente no Centro, havia uma longa demora na reindexação dos arquivos Office presentes no cartão. O processo era um pouco demorado e num dia-a-dia agitado essa pequena demora acaba atrapalhando o andamento natural das coisas.
Para solucionar esse problema passei a usar o aplicativo Files para gerenciar os arquivos Office residentes no cartão. Funciona mais ou menos como o usar o Finder no Mac ou o Explorer no Windows para buscar e abrir arquivos. É mais eficiente e muito mais rápido que entrar no Documents To Go e procurar pelo arquivo. Outra vantagem clara é conseguir enxergar e navegar pela árvore de diretórios que uso na organização dos meus arquivos. E finalmente sincronizar tudo hierarquizado para o Mac através do Missing Sync.
Tudo parecia perfeito mas logo descobri que era impossível salvar um documento aberto pelo Files. Eu sempre recebia uma mensagem de erro dizendo que o arquivo já existia e que eu precisava usar um outro nome.
Há meses venho tentado resolver esse problema e finalmente consegui. Originalmente minha raiz de diretórios (e consequentemente meus documentos) estava dentro da pasta "/Documents", então me ocorreu experimentar mudar tudo para a pasta "DXTG" que fica em "/PALM/PROGRAMS/DXTG" e consegui abrir, editar e salvar os documentos! E para agilizar mais ainda as coisas, desabilitei a busca automática de nos arquivos que o Documents To Go realiza toda vez que o aplicativo é aberto. Não preciso mais disso, posso usar o Files e navegar pelos diretórios. É muito mais rápido e eficiente.
DICA: Se você não tem o Files instalado no seu dispositivo Palm OS, procure no CD que veio junto com o equipamento, pois é uma aplicativo gratuito fornecido pela Access.
Hoje voltei a usar o acessório Nike+ com meu iPod nano (recondicionado). Foi uma corrida curta, de quase 6 km, mas voltar a ter acesso a um pouco de "telemetrica" durante a corrida foi ótimo. Sempre gostei muito desse acessório, mas o fato da bateria não ser recarregável (apesar de algumas pessoas já terem encontrado alternativas) complica um pouco as coisas. Quando a bateria do meu último sensor acabou, meu nano primeira geração havia sido dado para meu filho e eu havia vendido meu nano de terceira geração para ajudar na aquisição de um Touch de primeira geração. Desde então nunca mais usei o Nike+.
Aparentemente voltei ao princípio de tudo e até que eu me decida por um novo Touch, nano de 16GB ou iPhone continuarei a usar meu nano de primeira geração em conjunto com o Nike+ e o adaptador que construí para usar o sensor em qualquer tênis. E evidentemente estarei narrando aqui minhas aventuras :)
Episódio número 109 de 16/04/2009. Neste episódio compartilho um pouco da utilização do meu Palm Centro no dia-a-dia pessoal e profissional. Ele é sem dúvida alguma meu segundo cérebro.
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Ontem a noite comprei no site da Apple um novo sensor do Nike+ para meu tênis (agora a Apple vende o equipamento separado) e junto, no carrinho de compras veio um iPod nano de 16GB :)
Em realidade devo ter pesquisado em alguma ocasião no passado o custo de envio do nano e ele deve ter ficado no cache do meu navegador. Minha sorte é que ocorreu um erro na finalização da compra e quando fui verificar todos os dados, vi que além do sensor da Nike estava junto no meu carrinho de compras um nano de 16GB. Retirei o nano e prossegui com a compra. Uma sorte e uma pena ao mesmo tempo. Não seria nada mal ter ganho um nano de mim mesmo, mas pensado no valor do produto, fiquei aliviado.
Resolvi comprar o sensor pelo fato de ter conseguido consertar meu nano de primeira geração. Eu havia trocado a bateria e dado o iPod para o meu filho. Mas durante o processo de abertura, percebi que a placa de circuitos estava um pouco oxidada e imaginei que isso acabaria sendo um problema. E infelizmente foi o que aconteceu. Como tempo o nano "morreu" e passei para ele meu Shuffle. Acabei peguando o nano de volta para servir de lembrança. Foi um dos iPods que mais usei e que mais gostei! Foi comigo para vários lugares e me acompanhou em diversas corridas, inclusive um São Silvestre!
No final de semana passado resolvi abrir o nano, limpar toda a placa, soltar novamente os fios da bateria e para minha surpresa o danado voltou a funcionar perfeitamente. Estou testando ele desde então e tudo está perfeito. Por isso, resolvi comprar um novo sensor (a bateria do meu acabou faz tempo) e voltar a correr com o kit da Nike!
Episódio número 108 de 05/04/2009. Vários vídeos sobre o Palm Pre circulando pela Web, Skype e Quickoffice para iPhone e principais pontos do evento de demonstração do iPhone OS 3.0.
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~ Seidio
~ OpenOffice
~ Quickoffice
~ PalmInfocenter
~ Pre's Classic Palm OS Emulator Demo'd
~ Skype para iPhone e Touch 2G
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Minha ausência no Blog e Podcast também se reflete na leitura de notícias relativas a tecnologia. Ando tão atarefado ultimamente que nem fiquei sabendo que uma versão do Skype estava disponível para o iPhone e para o iPod Touch de segunda geração. Adorei a novidade! Mais uma grande empresa seguindo a tendencia de desenvolver aplicativos para o iPhone.
Há algum tempo venho reclamando de alguns aplicativos que faltam na App Store e apesar de não essencial para meu dia-a-dia, não seria nada mal ter o Skype em versão móvel para o iPhone ou Touch. E falando no assunto, falta pouco para o iPhone ficar eficiente para mim. O iPhone 3.0 trouxe trará novidades básicas que, diga-se de passagem, já deveriam estar presentes no iPhone mas tuto bem, antes tarde do que nunca ;-) E depois que o Documents to go chegar, ficará faltando apenas um bom teclado externo via Bluetooth.
Há alguns dias venho trocando alguns e-mail sobre o Palm com o Gerson Diesel e ele acabou me mandando um e-mail bastante completo relatando sua utilização diária do Palm TX. Tão completo que virou um post no Blog dele.
O texto "Dia-a-dia com o Palm" ficou tão interessante que não poderia deixar de compartilhar. Fica como minha recomendação de leitura para os usuários e não-usuários de Palm. Para os usuários vale como uma fonte de inspiração e dicas, para os não-usuários recomendo a leitura detalhada para que entendam como uma plataforma tão antiga como o Palm OS permanece atual e relevante num mercado repleto de aparelhos modernos como o iPhone, Pré, G1, etc...
Episódio número 107 de 16/03/2009. Minhas opiniões sobre o CallRec que estou utilizando para gravar aulas e reuniões. Também nesse episódio, minhas primeiras impressões a respeito do novo Shuffle.
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~ iPod Shuffle
~ Controles do fone de ouvido
~ Cabo de sincronismo
~ CallRec
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Eu adoro esse site! Toda vez que tenho que desmontar alguma coisa da Apple, passo por lá para dar uma olhada nos manuais on-line. E o mais incrível é que eles não demoram quase nada para desmontar os produtos recém lançados. Poucos dias depois do lançamento, lá está o produto totalmente dissecado.
E foi exatamente isso que aconteceu com o novo Shuffle. Para os curiosos de plantão recomendo uma visita ao iFixit, pois o novo Shuffle já aparece por lá totalmente desmontado.
Muito pequeno, mas muito estranho! Essa é a minha primeira impressão a respeito do novo iPod Shuffle. São 4GB de memória, mas nenhum botão de controle de música no aparelho. Volume, mudança de músicas, etc., só podem ser controlados a partir do novo fone de ouvido da Apple, ou seja, se você perder o fone, só um novo fone da Apple para substituí-lo. Isso eu não gostei e tenho certeza que muita gente também não gostou. Muitos usuários gostam de usar outros fones de ouvido, especialmente no Shuffle que é muito usado por corredores e, portanto, precisa de um fone específico para o esporte. Eu mesmo gosto de usar os modelos que podem ser presos por trás da orelha.
Outro detalhe estranho é o fato do antigo Shuffle continuar a venda. A Apple não costuma deixar um produto antigo disponível para venda quando lança um novo modelo. O que será que aconteceu? Será que foi a crise? Será a falta que Steve Jobs faz? Será um teste para sentir a demanda pelo novo produto? Não sei, mas que é estranho é...
A única coisa que gostei no novo Shuffle foi o recurso VoiceOver, já presente em outros iPods. O recurso "lê" as playlists e ajuda na seleção já que também não há um visor no Suffle. E detalhe, o VoiceOver "fala" Português (de Portugal) e mais uma série de outras línguas.
Confesso que todos os outros iPods da Apple me chamam a atenção por um motivo ou por outro. Seja a memória do Classic, o tamanho e recursos do nano ou a interface do iPhone e do Touch. Ou seja, tenho motivos de sobra para comprar um de cada (só não tenho dinheiro. rs), mas esse novo Shuffle não me encantou. Quem sabe vendo ao vivo e a cores eu mude de idéia.
Episódio número 106 de 08/03/2009. Uma análise do Missing Sync para BlackBerry e algumas outras dicas para melhor sincronizar seu BlackBerry com seu Mac.
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~ BlackBerry Media Sync
~ Missing Sync para BlackBerry
~ VCP.69 - BlackBerry
~ Mark/Space Product Updates
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Caso já tenha tido a oportunidade de assistir ao famoso comercial de lançamento do Mac em 1984 ou se você costuma ouvir o Pedro Bial conversando com algumas pessoas estranhas trancadas dentro de uma casa, você, mesmo sem saber, sabe um pouco do que se trata o livro "1984". Porém, entre a visão da Globo e a da Apple, fico com a da Apple, que ao meu ver é mais próxima da que George Orwell descreve no livro 1984.
Consegui o livro gratuitamente em formato PalmDoc no MemoWare - que diga-se de passagem, tem uma enorme coleção de livros de domínio público - e terminei a leitura a há uma ou duas semanas. Já conhecia a história, por ser um tema que muito me interessa há anos, mas ler é sempre diferente. A experiência é outra!
A história se passa no futuro, no caso 1984, e a sociedade é controlada pelo Big Brother ou pelo Partido. Pessoas que leram o livro divergem a esse respeito, principalmente pelo fato do Big Brother não "aparecer em pessoa" em nenhum momento no livro. Eu pessoalmente acredito que ele não existe e que se trata de uma figura criada pelo Partido. Seja como for isso não vem ao caso agora. O fato é que o livro é excelente, muito filosófico e merece ser lido por todos aqueles interessados por História, Filosofia, Cultura e até mesmo Letras. George Orwell criou até mesmo uma nova língua (baseada no Inglês) para a sociedade de 1984 e há um apêndice inteiro do livro dedicado a explicar essa língua, o "Newspeak". Além disso, trata-se de um clássico e serviu de inspiração para muita coisa alem do programa da Glogo e do comercial da Apple. Por exemplo, segundo Ridley Scott afirma nos extras do DVD BLADE RUNNER (versão FINAL CUT), o olho que aparece no começo do filme representa o Big Brother.
A narrativa do livro é em primeira pessoa e muito dinâmica. Os mistérios vão sendo desvendados a medida em que Winston Smith, o personagem principal vai descobrindo as coisas. É um daqueles livros muito bem escritos e cheio de mistérios que você quer descobrir e nunca consegue parar de ler. A base perfeita para um ótimo roteiro de um filme. E com a ajuda do Google, o Big Brother de nossos tempos, acabei descobrindo que já existe um filme. Adorei o livro e ele está guardado no meu Palm Centro e no Tungsten E, totalmente grifado e cheio de comentários. É um desses livro que certamente lerei novamente no futuro.
Who controls the past controls the future. Who controls the present controls the past - George Orwell
Kindle para iPhone?! Confesso que por essa eu não esperava. Estou há dias ouvindo boatos sobre isso em vários podcasts americanos, mas não acreditei que fosse mesmo acontecer. Mas que bom (digo, que ótimo!) que aconteceu. Estou cada vez mais apaixonado por leitura digital e um gigante como a Amazon com certeza tem capacidade de convencer autores e editoras a "digitalizar" uma quantidade cada vez maior de livros. Mobipocket (diga-se de passagem, comprado pela Amazon), eReader e similares têm um acervo muito grande, mas a Amazon com certeza pode aumentar e muito a quantidade de livros digitais disponíveis no mercado.
Sobre o aplicativo para iPhone, só tenho elogios mesmo sem nunca ter testado. Gosto da idéia do Kindle (principalmente o "2" que é bem fino), mas detesto a idéia de ter que carregar mais um equipamento digital comigo. Ou seja, o aplicativo disponível no iPhone é a combinação perfeita: conceito do Kindle + iPhone. Só preciso de um iPhone agora (risos). Para os que também não tem iPhone, recomendo o artigo publicado no precentral, que destaca várias das características do aplicativo.
O cerco está se fechando, acho que logo-logo vou ter que comprar um iPhone :-)
Nunca parei para contar, mas acredito que usei o Time Machine umas três ou quatro vezes até hoje. Felizmente uma única vez para reparar o HD inteiro. É como eu sempre digo, quem tem um, não tem nenhum e quem tem dois tem um. Em outras palavras, um backup é melhor que nenhum, mas não é suficiente. Tenha pelo menos dois! No meu caso tenho o Time Machine sempre conectado e o Carbon Copy Cloner uma vez por mês. Não tenha medo de gastar dinheiro com backup, HDs externos estão muito baratos e afinal são suas informações que estão no computador e elas precisam ser preservadas. Mas voltemos ao tema...
A última vez em que fui salvo pelo Time Machine foi para restaurar um contato do Address Book que apaguei por acidente e em poucos minutos tudo estava corrigido. Hoje o problema foi com o iCal. Estou testando o Missing Sync para BlackBerry 2.0 (para o próximo podcast) e cometi um erro ao definir o sincronismo do calendário e perdi tudo que eu tinha nos últimos seis meses no iCal. Mas nem cheguei a ficar nervoso, afinal o Time Machine também serve para trazer uma certa paz interior as pessoas (risos). Restaurar tudo foi bem simples, mas como foi um pouco diferente de restaurar o Address Book, resolvi compartilhar aqui o processo.
Para restaurar um ou mais calendários, encerre o iCal, entre no Time Machine, abra no Finder na data desejada (dentro do Time Machine) e vá até a pasta ~/Library/Calendars. No meu caso restaurei a pasta "Calendars" inteira, mas é possível restaurar apenas um ou mais calendários. Basta entrar na pasta "Calendars" e escolher as sub-pastas (calendários) que deseja restaurar. Pronto, alguns segundos depois e o iCal está novo de novo. Obrigado (mais uma vez!) ao Time Machine ;-)
Se você tem um Mac rodando o Leopard, pare tudo que está fazendo agora e vá comprar um HD externo! Não pode haver forma mais simples de fazer um backup e restaurar informações num computador. Não vacile, compre um HD externo agora! Você não vai se arrepender.
Há algum tempo venho analisando cuidadosamente minhas alternativas para um próximo smartphone. Tenho publicado muita coisa a esse respeito aqui no blog e há alguns dias escrevi um longo texto sobre incluir o Windows Mobile, mais especificamente o Treo Pro, na minha lista de dispositivos prováveis. Ontem publiquei também um texto sobre o Documents To Go que está chegando para iPhone. Ou seja, ao que tudo indica, o cerco está se fechando em favor de dois dispositivos: Treo Pro e iPhone 3G.
Minhas principais reclamações a repeito do iPhone dizem respeito a muitos aplicativos que uso no Palm OS e que deixariam de fazer parte do meu dia-a-dia caso eu migrasse para o iPhone. Um desses aplicativos é o Métro que segundo os próprios desenvolvedores não seria portado para o iPhone.
Porém, hoje quando fui realizar a atualização da minha versão do aplicativo para o Palm Centro, encontrei essa outra informação
no site dos desenvolvedores do Métro. Segundo o texto, teremos sim uma versão do aplicativo para o iPhone.
A Dataviz enviou para usuários cadastrados um e-mail com algumas informações a respeito da fase atual de desenvolvimento, bem como algumas imagens do Documents To Go para iPhone. Mas como sempre tenho cá algumas questões que gostaria de ver respondidas pelo pessoal da Dataviz. São apenas três itens e nem menciono o copiar/colar, afinal, isso é básico :)

iWork - Esse é um item muito importante na minha lista de exigências. Inclusive há algum tempo respondi uma pesquisa no site da Dataviz e classifiquei com escala máxima a importância de ler e editar documentos do iWork. Considero essa funcionalidade importante pois hoje utilizo o iWork no lugar do Office no meu Mac e toda vez que preciso trabalhar com arquivos Doc ou Excel que estão no meu Palm tenho que convertê-los. Não gostaria de ter que fazer isso no iPhone. Afinal, se eu um dia optar por essa plataforma, o ideal é que ela me traga mais produtividade do que tenho hoje com o Palm Centro.
Anexos - Outro item muito importante é conseguir abrir arquivos anexos recebidos por e-mail. Abrir e editar, diga-se de passagem. Obviamente é muito importante também conseguir enviar por e-mail arquivos criados no iPhone. Parece banal e óbvio que essas funcionalidades estarão presente, mas no iPhone nada é simples. Os programas funcionam de forma "fechada" dificultando a interação entre eles, portanto, ou a Dataviz encontra um artifício para resolver isso ou consegue uma aprovação especial da Apple.
Sincronismo - Por fim, preciso conseguir sincronizar os arquivos do iPhone com o Mac. Hoje tenho mais de 100 arquivos entre Word, Excel e PDF no meu Centro. Fora os incontáveis Memos, que no caso do iPhone inexplicavelmente também não podem ser sincronizados com o Mac. São arquivos pessoais e profissionais. Além de anotações em reuniões e treinamentos na empresa, tenho uma pasta para cada cliente com informações coletadas em reuniões, bem como tabelas e informações que alimento e que carrego sempre comigo. Os arquivos pessoais são os mais variados possíveis: anotações feitas em aula Currículo, expressões que aprendo em Inglês e Espanhol, códigos HTML que esqueço com freqüência, dentre outras tantas. Ou seja, preciso disso tudo sincronizado e "editável" no meu Mac. Em formato iWork seria melhor ainda!
Imagino que o Documents To Go para iPhone vá custar algo em torno de 40 a $50 Dólares, mas se os três itens acima forem contemplados, pago esse valor sem nenhum medo de ser feliz. E digo mais, o Documents To Go é um dos aplicativos que mais utilizo no Palm Centro e uma versão compatível com o iWork rodando no iPhone me deixaria muito inclinado a comprar um iPhone.
Episódio número 105 de 26/02/2009. O lançamento do Pocket Tunes 5.0 traz como novidade o excelente recurso de download de podcasts diretamente do smartphone e uma série de outras inovações. Adorei! Experimente você também!
Além do que eu mencionei no podcast, há outras novidades no Pocket Tunes 5.0. Na versão Windows ele já permite sincronismo com o iTunes e será lançado em breve um serviço semelhante para o Mac OS. Lembro que o Pocket-Tunes está disponível para Palm OS e Windows Mobile.
Links Mencionados
~ TealOS
~ Video demonstrando o TealOS
~ Googaby manages Google contacts
~ Pocket Tunes 5.0
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Os fragmentos de música utilizados no início e final do podcast são parte da música "More Red Than Red" (retirada do "podsafe music network"). Derek K. Miller é o autor da música.
Há alguns dias vi essa imagem e fiquei especulando sobre o assunto. Pensei na Palm lançando uma versão do recém divulgado webOS para o Centro, mas imaginei que isso acabaria por canibalizar as vendas do Pre e no momento o que a Palm mais precisa é de dinheiro em caixa.
Então após alguns segundos eu mesmo encontrei uma solução: a Palm poderia vender uma versão compacta do webOS para usuários do Centro. Dessa forma a empresa teria receita e ao mesmo tempo aumentaria muito rapidamente a base instalada de equipamentos rodando o webOS. Seria uma ótima alternativa para estimular o desenvolvimento de aplicativos para a nova plataforma.
Porém hoje navegando pelo Google Reader descobri o mistério. A TealPoint, que diga-se de passagem considero uma excelente desenvolvedora de aplicativos Palm OS, lançou o TealOS, uma interface gráfica que imita o webOS.
Fiquei tão impressionado com o vídeo demonstrando o novo aplicativo que imediatamente baixei a versão demo e já instalei no meu Centro. Sou um usuário do LauncherX há muitos anos pela simplicidade e eficiência na navegação e durante todo esse tempo nunca fui seduzido por um outro Launcher. Nunca encontrei um melhor que o LauncherX, mas o TealOS deu um show! Ele não é simplesmente uma interface gráfica, ele imita o webOS em diversos aspectos e sem a demora que se esperaria de um aplicativo sofisticado como esse. Depois de cinco minutos de uso fui fisgado!
Estou impressionado com duas coisas. Em primeiro lugar, com a qualidade do trabalho dos desenvolvedores da TealPoint. Estão de parabéns. E em segundo lugar, com o próprio Palm OS. Como um sistema tão antigo permite o desenvolvimento de aplicativos tão sofisticados como este? Quem sabe meu sonho não se realiza e a Palm coloca a venda uma versão compacta do sistema operacional para o meu Centro?
Nos próximos dias continuarei a testar esse incrível aplicativo e muito provavelmente falarei sobre ele num dos futuros episódios do podcast. Fiquem ligados.
Há algum tempo comecei a pensar no meu próximo smartphone e inclui na lista três modelos, o G1 (ou similar), Palm Pre e iPhone. Como um dos critérios de escolha fiz recentemente uma lista dos aplicativos básicos que eu hoje utilizo no Palm Centro e que considero essenciais para minha produtividade pessoal e profissional. São 20 ao todo. Percebi que nem o iPhone nem o G1 me atenderiam em sequer metade do que preciso. E em se tratando de Palm Pre a coisa é mais complicada ainda pois o dispositivo nem foi lançado e tudo que sabemos a respeito dele foi dito em vídeo de apresentação das suas principais funcionalidades na última CES.
E o Windows Mobile? Já usei três modelos na minha vida móvel que começou em 1999. Dois deles eram PDAs Pocket PC da extinta Compaq e o terceiro era um smartphone QTek. Fora os costumeiros "soluços" do Windows Mobile, tudo transcorreu bem. Tanto assim que um dia desses lendo uma análise do Palm Pro me ocorreu o seguinte: a Microsoft copiou muitos aspectos do Palm OS nos primórdios do Windos Mobile e isso, por incrível que possa parecer, tornou os dois sistemas muito próximos em termos de aplicativos disponíveis. Muita coisa que existia para o Palm OS foi portada para o Windows Mobile. Ou seja, para uma migração sem muitos traumas neste momento, o Windows Mobile seria um porto seguro. Nossa, nem estou me reconhecendo! Mas tenho que concordar comigo mesmo, o Windows Mobile é realmente o sistema móvel dentre todos os atuais que tem mais aplicativos semelhantes aos do Palm OS. E dentre os 20 que preciso, acho que ele tem todos.
Por exemplo, portar todos os meus eBooks (e as respectivas anotações feitas) seria muito simples já que existe uma versão do Mobipocket e do eReader para o Windows Mobile. No caso do iPhone, há apenas o eReader e portar livros e suas anotações para lá não é nada simples. No Android e webOS nenhum dos dois leitores está disponíveis. Outro exemplo é o MetrO que não existe para Android e os desenvolvedores já declararam que não haverá versão para iPhone. Mais um ponto para o Windows Mobile. HandyShopper, um dos aplicativos que mais uso no meu dia-a-dia também está disponível para Windows Mobile. O SplashID existe para iPhone e eu já até experimentei com sucesso, mas ele existe também para Windows Mobile. Ou seja, vantagem nenhuma para o iPhone nesse caso (risos). Ainda não terminei a verificação de todos os 20 aplicativos porém não acredito que teria problemas com nenhum deles no Windows Mobile.
Penso que um smartphone deve ajudar nossa experiência diária e nos servir de suporte para a sobrevivência nessa selva de pedra que vivemos. Os seja, não posso ficar usando um dispositivo só pelo fato dele ser mais novo ou moderno e ter que ficar esperando que um recurso ou programa que já uso no meu smartphone antiquado com muita freqüência seja portado para ele. Não me parece uma atitude muito produtiva e sensata.
No Windows Mobile eu não ganharia com certeza uma boa experiência de navegação na Web mas a Mozilla e Opera têm feito um ótimo trabalho com navegadores com funcionalidades semelhantes as do iPhone, Android e webOS. Além disso, navegar na Web não é nem de longe uma das minhas atividades principais no dia-a-dia. Estou muito bem atendido pelas versões "m" dos sites que utilizo com mais freqüência.
Levando tudo isso em consideração, qual seria o equipamento dentre os que rodam Windows Mobile a escolher? Palm Pro evidentemente! O danado é completíssimo: GPS, Wi-Fi, 3G, teclado similar ao do Centro (porém com teclas mais espaçadas), tela sensível ao toque em tamanho semelhante a do Treo 680 (ou seja, maior que a do Centro), suporte para cartão de 32 GB, (ou seja, comportaria tudo que tenho no iPod) e uma série de outros recurso. Tudo isso sem mencionar os novos programas e aplicativos do Google e outros desenvolvedores que nunca funcionam no Centro e são normalmente compatíveis com o Window Mobile. Não se trata de uma decisão final - longe disso! - mas acabo de incluir o Palm Pro na minha lista de candidatos a substituir meu Centro. Forte candidato, diga-se de passagem.
Episódio número 104 de 11/02/2009. Testei por alguns dias no BlackBerry e compartilho aqui minhas primeiras impressões a respeito desses dois novos serviços do Google.
Links Mencionados
~ Palm Q2 FY09 Conference Call Highlights
~ Kindle 2
~ Foxmarks
~ Pocket Tunes
~ Google Latitude
~ Google Sync
~ Google Fires Back At Ballmer Comments
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Os fragmentos de música utilizados no início e final do podcast são parte da música "More Red Than Red" (retirada do "podsafe music network"). Derek K. Miller é o autor da música.
Leitores mais antigos deste blog devem lembrar da "Coluna Van Acker", um espaço com artigos do amigo Leonardo Van Acker. Ocorre que desde que oferecei "abrigo" para os artigos dele aqui no blog venho sugerindo que ele tenha seu próprio blog. Não que eu não o quira por perto (é justamente o contrario, adoro os artigos dele!), mas acredito muito no potencial dele e um blog próprio é o melhor lugar para extravasar.
No final do ano passado ele finalmente cedeu e criou seu próprio blog, o "Blog do Van Acker". Portanto, é com muita alegria que comunico a todos que o amigo Leonardo não escreve mais para este blog, agora ele tem sua própria casa. Recomendo!
Episódio número 103 de 08/02/2009. Saiba como resolvi meu problema com o update 10.5.6 do Mac OS e entenda o que é um QR Code.
Links Mencionados
~ Mac OS X 10.5: Software Update stops responding during "Configuring installation"
~ Sergio Blog 2.4
~ QR Code
~ Microsoft Tag
~ Kaywa Reader
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Os fragmentos de música utilizados no início e final do podcast são parte da música "More Red Than Red" (retirada do "podsafe music network"). Derek K. Miller é o autor da música.
Eu completava menos de 3 meses de uso do meu iPod Touch de 8 GB quando a Apple anunciou a segunda geração do equipamento. Tratei então de vender o meu de olho em um modelo 2G com 30 GB. Foi um dos melhores equipamentos da Apple que já tive. Uma tela excelente, Wi-Fi e uma bateria de ótima duração. O que mais me irritava nele era a pouca memória, porém a falta de um controle de volume físico e uma saída de som também eram detalhes que me incomodavam. A versão 2G resolveria tudo isso, faltava apenas dinheiro para comprar um modelo de 30 GB.
Assim que meu Touch foi vendido passei a usar no meu dia-a-dia o iPod 5.5G de 30 GB com uma nova bateria. Ele tem me acompanhando sempre com minha enorme biblioteca de músicas e tenho que confessar que estou bastante satisfeito. Com ele acabei percebendo que o que realmente importa é o prazer de ouvir a boa música e felizmente não é necessário uma tela Multi-Touch para isso.
Por outro lado, desde Outubro de 2008 meu smartphone tem sido um Palm Centro rodando uma série de aplicativos compatíveis com o velho e bom Palm OS. O Centro me atende muito bem, principalmente pelo tamanho reduzido, compatibilidade com o Mac OS e todo tipo de programa que preciso no meu dia-a-dia. O sincronismo com o o Exchange via rede de dados completa o equipamento transformando ele em uma ferramenta pessoal e de trabalho. A câmera de 1 MP não é a oitava maravilha do mundo, mas ajuda na tarefa de registrar para sempre alguns momentos raros e inesperados do cotidiano. E convenhamos, com boa luminosidade é possível tirar boas fotos com 1 MP.
Mas não posso negar que algumas coisas fazem falta no Centro. Uma tela maior seria de grande utilidade (principalmente para meus eBooks). Wi-Fi? Será que preciso disso? Quem não precisa :) Mas o que mais me faz falta são os novos aplicativos que sempre tem verões para iPhone, BlackBerry, WindowsMobile e agora muito provavelmente Palm Pre. Dificilmente há versões de aplicativos novos para o Palm OS. E o Pre acaba de sepultar de uma vez por todas qualquer alternativa de desenvolvimento de novidades para o Centro e similares. Então achei que seria interessante começar a me preparar (juntar dinheiro) para comprar um novo smartphone.
Há três alternativas na minha lista (em ordem alfabética): G1 ou similar rodando Android, iPhone e Palm Pre. Como não pretendo realizar a aquisição tão cedo, penso que uma versão GSM do Pre e outras alternativas rodando Android já estarão disponíveis quando eu me decidir. Assim, poderei escolher o melhor modelo para minhas necessidades. Alguns devem estar se perguntando por que não compro um iPhone e ponto final. Bem, há uma lista de desejos para que eu possa usar um iPhone que não consigo ver completa: copiar/colar, multi-tarefa, HandyShopper ou similar (adoro esse programa!), mais simplicidade na administração de eBooks, MetrO, Docs to go, melhor interface de calendário e acesso mais ágil aos contatos para fazer uma ligação. Além de tudo isso, confesso que um teclado bluetooth ou similar ajudaria muito também.
A lista de desejos acima, aliás, vale para qualquer smartphone que eu venha a adquirir. Eu gostei muito do Pre, mas é preciso ver como ele se portará no mundo real. No caso do G1, adorei a simplicidade da integração com os serviços Google, principalmente se comparado ao MobileMe que é pago. O iPhone tem também seus mil encantos e muitos aplicativos que existiam para o Palm estão sendo portados. Mas onde estão ao menos a multi-tarefa, copiar/colar e Docs to go? Hoje em dia já não me preocupo mais com a quantidade de memória, uma vez que pretendo carregar meu iPod 30 GB junto com qualquer smartphone que eu venha a adquirir no futuro.
Enquanto não me resolvo, sigo ouvindo música no iPod, trabalhando com o Centro e me capitalizando para a aquisição futura do novo brinquedinho :)
Esses dois livros são muito parecidos. Narram a trajetória de Steve Jobs nas suas duas fazes na Apple, bem como o trabalho realizado nas suas duas outras empresas, a Pixar e a Next. Porém, apesar de muito parecidos, o "The Second Coming of Steve Jobs" a meu ver detalha um pouco mais a personalidade de Jobs com bastante foco nos anos a frente da Next. Já o "iCon Steve Jobs: The Greatest Second Act in the History of Business" começa do começo, falando do surgimento da Apple e da mais ênfase a história da Pixar, além de se estender um pouco mais na história recente da Apple chegando até a era do lançamento do iPod e do câncer de Jabs.
Mas não há como negar que os livros são muito semelhantes, afinal de contas relatam uma mesma história. De minha parte, recomendo a leitura dos dois, porém seria importante ler antes o "iWaz" (principalmente como base para o "iCon Steve Jobs: The Greatest Second Act in the History of Business") e o "Odyssey" (principalmente como base para o "The Second Coming of Steve Jobs"), que certamente servem bem para preencher certas lacunas, pois detalham vários fatos que são tratados superficialmente no "The Second Coming of Steve Jobs" e no "iCon Steve Jobs: The Greatest Second Act in the History of Business". Além disso, algumas passagens mencionadas nos quatro livros são levemente diferentes e isso torna a história da Apple e de Jobs mais intrigante ainda.
Curiosidade número 1: O livro "The Second Coming of Steve Jobs" foi lido no Palm Centro em formato Mobipocket e o livro "iCon Steve Jobs: The Greatest Second Act in the History of Business" foi lido ouvido no iPod em formato Audible.
Curiosidade número 2: Uma das filhas de Jobs chama-se Eve. Será que há alguma relação com a Eva (Eve) do filme Wall-E, tão cheio de referências a Apple? Não me parece tão absurdo já que o nome de uma de suas filhas, Lisa, já foi a inspiração para o nome de um dos computadores da Apple no passado.
Meus navegadores (Safari e Firefox) têm como página inicial padrão meu blog e por essa razão ele é sempre a primeira página que visualizo quando abro um dos navegadores. Porém na manhã de hoje tudo que o navegador me mostrou foi uma desagradável página de erro do b2evolution com problema no meu banco de dados (imagem ao lado). Acordei disposto a gravar meu podcast, porém este problema me fez gastar meu tempo e disposição tentando entender o que aconteceu. Felizmente com uma pequena ajuda consegui resolver o problema sem muitos traumas, mas é muito chato quando coisas assim acontecem.
O mais desagradável é que não é a primeira vez que algo assim acontece e confesso que não tenho mais paciência para esse tipo de problema. Nessas ocasiões penso em abandonar o b2evolution e migrar para o WordPress.org mas dois problemas sempre me interrompem. (1) Nunca encontrei uma ferramenta eficiente para migrar todo o conteúdo e (2) De uma forma ou de outra eu provavelmente continuaria tendo problemas semelhantes aos que tenho agora. Seria preciso dedicar meu tempo e disposição para administrar um blog hospedado em um servidor próprio.
Portanto, ando pensando seriamente em abandonar o servidor próprio e usar uma das ferramentas padrão da Web. Estou dividido entre duas delas, o Blogger e o WordPress.com. Ambas têm vantagens e desvantagens mas antes de mais nada preciso pensar se realmente vale a pena migrar e só depois optar por uma das duas ferramentas. Uma vantagem evidente seria nunca mais ter que me preocupar com administração de banco de dados e assuntos similares, mas há desvantagens como, por exemplo, a falta de flexibilidade na formatação do blog.
Seja qual for a decisão, não posso resolver isso de cabeça quente. É preciso pensar muito nos prós e contras.
E sobre o podcast? Cabeça quente e chateada também não combina com qualidade, então a gravação ficou para amanhã...
Além de MPB que meus pais gostavam muito de escutar, lembro de ouvir também alguma música clássica na minha adolescência. Sei que meu pai escutava alguns "discos estranhos" com "capas estranhas", mas não saberia reconhecer nos dias de hoje nada dos Clássicos daquela época além do "Bolero de Ravel" que é uma música inconfundível pelo tamanho, repetição e pela beleza, é claro. O Bolero já habita meu iPod há algum tempo e vez por outra escuto a música enquanto preparo o almoço nos finais de semana como meu pai costumava fazer na minha adolescência. Só agora (muitos anos depois) entendo a sensação agradável de fazer isso :-)
Recentemente a seção de músicas clássicas do meu iTunes/iPod, que era composta dessa única música de Ravel, ganhou a companhia de mais dois CDs (um deles duplo!) com músicas de Johann Sebastian Bach. O primeiro a chegar foi o "Sonatas for Violin and Harpsichord, Vol. 1" e fiquei impressionado. A beleza dos violinos tem inundado minha casa e propiciado deliciosos momentos de relaxamento. Gostei tanto que esse final de semana fui até a livraria Cultura e fiquei ouvindo diversos dos CDs de Bach que estavam na prateleira. No final me rendi ao "Bach: Cello Suites" de "Heinrich Schiff". Belíssimo! Outro CD, não clássico, também fruto da visita a Cultura, foi o "Ella Abraça Jobim". Esse recomendo para quem gosta de MPB.
Com os CDs no iTunes e no iPod comecei a filosofar sobre a nossa forma de ouvir música nos dias de hoje. Quando eu era adolescente eu tinha meus discos e fitas K7 mas em muitas ocasiões eu ouvia a "música da casa", ou seja o que meus pais ouviam, ou seja, Clássicas e MPB. Na época eu não gostava desse tipo de música (Coisa de velho! Detesto!), mas de alguma forma ficou tudo armazenado em mim e hoje consigo entender e apreciar melhor esse tipo de música. Será que fiquei velho e detestável? (risos)
Mas e os adolescentes de hoje, como é que ouvem música? Individualmente em seus iPods é claro. Posso até imaginar a cena. Os pais na sala ouvindo música e os filhos ao lado cada qual com seu iPod ignorando a música do ambiente. Será que dessa forma eles perderão a oportunidade de estarem expostos as músicas dos pais e nunca chegarão a apreciá-la no futuro? Realmente não sei. Afinal a Internet abre um leque tão grande de oportunidades e pode ser que de alguma forma esse tipo de "cultura alternativa" chegue aos ouvidos deles. Quem sabe...
Por fim, não posso deixar de comentar o quanto gosto cada vez mais do meu iPod 5.5 de 30 GB. Cada vez coloco mais e mais música nele e toda essa música, minha enorme coleção, me acompanha sem fone de ouvido ou com fone de ouvido na sala, no carro, no metrô, nas viagens, ou seja, em toda parte. Tenho o tempo todo a minha disposição qualquer tipo de música que eu deseje ouvir. Isso sem mencionar os podcasts e audiobooks. Será que no futuro vou precisar migrar para um Classic de 120 GB? :-)
Episódio número 102 de 25/01/2009. Um podcast especial sobre minha recente viagem a Aracaju e também as minhas impressões dos recentes lançamentos da Apple na Macworld 2009.

Fone compatível com o iPhone 1G mencionado no podcast
Links Mencionados
~ Apple will take a stand over multitouch patents.
~ Palm to Apple: Bring It
~ Aracaju
~ Usina Hidrelétrica de Xingó
~ Eye-fi
~ Planejando a Próxima ;-)
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Por ser um sistema muito antigo o Palm OS não conta com uma barra de informações que fica no topo da tela mostrando a hora, carga da bateria, memória, etc., independente do programa que está aberto. Essa barra aparece apenas na tela principal do sistema ou em alguns aplicativos específicos. Um detalhe que muito me irrita, por exemplo, é estar navegando na Internet e não conseguir ver as horas sem sair do navegador. Com o objetivo de resolver esse "defeito" do sistema fui em busca de algum tipo de pop-up que me mostrasse as horas. Esse problema me irrita tanto que eu estava disposto a pagar uma boa quantidade de dinheiro pela solução se fosse o caso, mas não foi necessário, encontrei o excelente e gratuito Time+.
O KeyguardTime+ além de gratuito e de mostrar a hora em estilo pop-up sobre a janela de qualquer programa aberto, pode ser configurado para mostrar uma série de outras informações como carga da bateria, memória disponível, compromissos, tarefas e muito mais. Perfeito! O que eu fiz foi mapear o botão de de atalho (que fica abaixo do volume) para mostrar a janela do KeyguardTime+ e agora posso ver as horas e compromissos futuros sem sair do programa que estou utilizando no momento.
Observação para os usuários do Palm Centro. Como este programa foi criado originalmente para a linha "Treo" há uma pequena incompatibilidade - sem importância - com o Centro. Uma janela de erro aparece toda vez que o usuário deseja fazer alguma alteração nas configurações do programa, mas lendo em diversos fóruns na Internet, descobri que não se trata de um erro e sim de uma simples janela de alerta. Entretanto, nenhum usuário reportou problemas no Centro, ao menos nos fóruns que consultei.
Outro presente que meu Centro ganhou recentemente foi um pendrive que na realidade é um leitor USB de cartões microSD extremamente pequeno como pode ser visto na foto. O microSD entra por um lado e o conector USB está do outro lado. Normalmente carrego comigo o cabo de dados do Centro e instalado nele o aplicativo Card Reader. Com esse kit transformo o Palm em um leitor de cartões. Porém se o telefone toca ou preciso usar algum outro aplicativo enquanto realizo alguma transferência, o PalmPenDrive se torna um pouco ineficiente.
Com o leitor USB, resolvo vários problemas ao mesmo tempo. Não preciso mais carregar comigo o cabo de dados do Centro, transfiro arquivos com muito mais velocidade e aproveito para deixar o pendrive (o de verdade) em casa. Meu Centro usa um cartão de 4GB que é suficiente para muitas fotos, muitos eBooks, muitas músicas, muitos documentos Word, Excel e PDF e mais um punhado de outros arquivos.
Em paralelo eu já havia iniciado há algum tempo a padronização dos meus cartões de memória para facilitar a troca de arquivos entre um equipamento e outro. Minha câmera digital, por exemplo, tem um leitor SD, mas uso nela um cartão microSD com adaptador. Faço isso para poder visualizar e enviar por e-mail no Centro, fotos tiradas com a minha câmera digital. Ou seja como minha câmera já usa um cartão microSD, ele também vai tirar proveito do meu novo pendrive. E em paralelo lá se vai mais um cabo, o da câmera :)
Episódio número 101 de 15/01/2009. Episódio especial sobre o lançamento do Palm Pre e do novo sistema operacional Palm webOS.
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~ Palm Touchstone charging dock
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Recentemente aluguei o filme BLADE RUNNER na sua versão FINAL CUT. Trata-se de um clássico da ficção científica dirigido por Ridley Scott, que assisti primeira vez quando era adolescente e desde então já perdi a conta de quantas vezes o revi. A versão FINAL CUT é a versão do diretor como ele gostaria que fosse quando o filme foi lançado. Percebi poucos detalhes diferentes do original, mas a seção de bônus do DVD me trouxe uma revelação impressionante. Nos comentários de Ridley Scott a respeito da produção e do significado de cada parte do filme, ouvi a surpreendente revelação de que o personagem Deckard vivido por Harrison Ford é na verdade um "replicante".
Caso nunca tenha assistido o filme eu recomendo. Além de ser um clássico da ficção científica, para os fãs da Apple é quase que uma obrigação assistir esse filme. Você sabia que Ridley Scott foi contatado na época pela Apple para dirigir o famoso comercial do lançamento do Mac em 1984?
Hoje assisti finalmente o vídeo de lançamento do Palm Pre na CES. Optei por baixar o vídeo no lugar de assistir on-line pois minha conexão (ou a da Palm) estava muito lenta. Gostei muito do que vi, mas minha primeira impressão foi de que o Android, o Palm webOS e uma outra meia dúzia de clones mal clonados do iPhone só nos levam a crer que ou a Apple estava antecipando uma tendência ou criou uma nova referência.
Mas antes de começar preciso dizer que pela primeira vez na minha vida acompanhei uma evento desses 100% através de um celular. Onde eu estava não havia um computador e minha única forma de conexão com a Internet era via meu Palm Centro e sua rede EDGE. Para acompanhar as novidades usei o Google Reader, Twitter e as versões móveis do Palm Infocenter e Treo Central no navegador Blazer e uma série de outros sites no Opera Mini. Depois de um tempo acompanhando percebi que não seria tão traumático ou problemático. A única chateação era a falta de multi-tarefa dos navegadores. Ao sair do Blazer para o Opera e voltar, por exemplo, eu tinha que recarregar a página que eu estava lendo no Blazer antes. Fora isso foi uma experiência muito interessante.
Evidentemente vamos falar sobre o Pre no podcast, mas aqui vou deixar as minhas primeiras impressões. Adorei o formato do aparelho e a existência de um teclado físico. Só mesmo a Palm para combinar os recursos de multi-touch com um teclado físico numa forma tão elegante. Mas por outro lado a área de gestos não me convenceu. Não me pareceu muito útil a não ser para abrir uma espécie de carrossel que mostra os aplicativos básicos e tradicionais do Palm. Já o serviço de notificações é genial. Aparece discretamente no meio de uma atividade e é possível responder ou não, cicando num ícone ou na própria notificação. Algo como existe no Android, mas achei mais interessante a experiência no Palm. CDMA??! Isso foi demais para mim! Uma tecnologia praticamente morta! Mas fica claro que a Sprint estava perdendo clientes para a AT&T em virtude do iPhone e provavelmente está trabalhando com a Palm no Pre há algum tempo, afinal haverá uma exclusividade inicial.
E falando em multi-tarefa, eu não teria nenhum problema em acompanhar a apresentação da Palm via celular se eu estivesse utilizando um Palm Pre. A multi tarefa do Pre é apresentada na tela como as janelas do navegador Safari no iPhone. Ou seja, é muito fácil passar de uma tarefa para a outra sem a necessidade de encerrar o aplicativo que está rodando em segundo plano. Isso simplesmente não é possível no iPhone/Touch. Ao menos até o momento. Alias o Android e o webOS deixam evidentes as limitações do iPhone no que se refere a multi-tarefa.
Sobre o sistema operacional Palm webOS... O nome já resume tudo, mas o vídeo da apresentação deixou claro que o Pre está totalmente integrado a Web. Achei fascinante a possibilidade de juntar na mesma agenda de endereços os contatos do computador, Exchange, facebook, etc. A agenda pegará da Web as informações de cada uma das fontes e apresentará o contato de cada pessoa com todas as informações conjugadas. E pelo que pude entender é apenas uma forma de apresentação, o Pre não tentará sincronizar as coisas de um lugar para o outro. Ao que tudo indica, ele tratará cada fonte de informação de forma independente e apresentará na tela um resumo com todas as informações. A foto da pessoa mostrará um número que indicará a quantidade de locais de onde a informação foi coletada. Ou seja, se você tem meu contato no Gmail, facebook e na sua própria agenda, minha foto aparecerá com um número "3" e ao clicar nesse número, as informações serão apresentadas por fonte, uma tela para o facebook com as devidas informações que foram retiradas de lá, outra para o Gmail e assim por diante. Mas o meu contato na agenda sempre mostrará tudo de forma conjugada. Adorei isso!
Sobre o desenvolvimento para essa nova plataforma, foi dito que qualquer desenvolvedor Web poderá desenvolver para o Palm webOS e muita gente ficou preocupada com isso imaginando que os aplicativos para o webOS só funcionariam em modo on-line, mas não foi isso que eu entendi. Quando explicam que todos os aplicativos que foram demonstrados foram desenvolvidos usando as linguagens da Web, ficou claro para mim que tudo funcionará também de forma desconectada. Ou seja, serão utilizadas as linguagem padrão da Web, mas não é preciso estar conectado a Internet para utilizar os aplicativos. Isso é muito bom, pois o número potencial de desenvolvedores é enorme. Então espero que logo tenhamos muitos aplicativos tradicionais portados para o webOS.
Adorei o Pre, mas confesso que bateu um saudosismo do velho e bom Palm OS. Será mesmo o fim de uma era? De certa forma fico bastante triste pois o Palm OS me acompanha desde 1999 e foi de excelente ajuda durante todos esses anos. Recursos como o Graffiti fariam muito bem ao Pre. Confesso que ficaria extremamente feliz de ver uma área de escrita virtual para os saudosistas como eu. Honestamente, acho o Graffiti mais eficiente que o teclado virtual e o físico. Escrevo muito rápido usando o Graffiti ainda nos dias de hoje. Mas sou provavelmente uma minoria e o mundo precisa evoluir.

Esta foi a embalagem que recebemos na loja do Projeto Tamar no Oceanário de Aracaju. Adorei a iniciativa. Afinal, "Plástico é um Saco!"









































