Episódio número 88 de 04/09/2008. Minhas opiniões sobre as razoes do lançamento do Google Chrome e minha experiência de uma semana usando o Touch como PDA no meu dia-a-dia.
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Os fragmentos de música utilizados no início e final do podcast são parte da música "More Red Than Red" (retirada do "podsafe music network"). Derek K. Miller é o autor da música.
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Sou ouvinte de seu podcast já há bastante tempo. Acompanho vários podcasts de tecnologia, aliás, mas nunca comentei em qualquer um deles. Hoje, ouvindo no carro -- no "auto-mp3" xing-ling, usando pendrive, automaticamente baixado via Linux através do ótimo Amarok (não é prá impressionar não, essa explicação toda eu comentarei no final) -- não resisti e decidi deixar um comentário.
Sua tentativa mal sucedida com o "iPod/iPhone not for business" ;-) me convenceu.
Você de novo falando mal do iPod rsrsrs. Me identifico com a tua experiência, tendo flertado com a possibilidade de comprar um iPhone como meu próximo smartphone...
Fui usuário hard do PalmOS. Comecei no IIIXE, passei por alguns e larguei no TE2, que atualmente é usado pela esposa. Cheguei a uma intimidade tal com o Graffiti que já conseguia inserir texto de forma tão ágil quanto numa anotação em bloquinho de papel. Mais rápido, por causa do vocabulário do programinha de complemento que eu passava de um para o próximo palm. Bom, isso até vir o Graffiti2. No TE ainda consegui trocar, mas no TE2 não me habituei.
Queria juntar celular e palm. Estudei várias opções. Com os Nokia percebi que não conseguiria viver sem touchscreen. Com os HTC, descobri que sempre ganhei muito para que meus "desejos" tecnológicos rivalizassem com outras responsabilidades. Ao mesmo tempo, profissionalmente, cada vez mais estava precisando de mobilidade.
Até que, por uma ironia, o acaso escolheu prá mim: ganhei do meu irmão um motorola a1200e, fruto de uma promoção de pontos da operadora (ele preferiu manter o cel. antigo, um sony, por causa da ótima câmera de 5 megapixels).
Vlad, impressionante como o segmento "tecno-blogueiro" ignorou essa peça que hoje, já praticamente obsoleta (mas valendo cada centavo dos R$ 699,00 pelos quais em média ainda é vendido pelas operadoras), praticamente supre todas as minhas necessidades móveis. Tudo bem que algumas coisas demandaram um bocado de buscas e alternativas. Mas eu volta e meia lançava mão delas também no PalmOS.
Bom, pra fazer justiça, tenho que lembrar um review da Bia Kunze, a Garota Sem Fio... Foi positivo até, mas a avaliação foi de um convidado que ainda não tinha ao pé da letra colocado o danado "prá jambrar".
Batendo com a tua lista de deficiências apontadas no iPod, faço eco apenas à ausência de um "Editor Word/Excel", embora tenha visualizador (e, ao que parece, um recém lançado software pago para essa função) e à falta da sincronia do bloco de notas (embora em software Windows ele faça isso, e eu uso Linux). Fora da tua lista, a ausência do Wifi e do 3G -- não de todo compensada pelo EDGE, que até agora me resolveu o problema -- eu acrescentaria. Mas tem até o absoluta e imperiosamente necessário Copy/Paste, com uma solução bem simples -- uma demora maior no "TAP" abre um "menu de contexto" com algumas opções, incluindo Copy/Paste.
Nem me passava pela cabeça usar um motorola. Ainda mais depois do pesadão e esquisito MotoQ. Mas ou eu aqui, acessando web, gmaps, e-mails (pop e imap) msn, abrindo documento, planilhas, fazendo listas de compras, guardando passwords -- assistindo filmes e séries --, gravando entrevistas, ouvindo músicas, fazendo fotinhas eventuais, jogando, etc etc... ...num aparelhinho desses. Tá certo que o equivalente "Graffiti" dele não tem nem de perto a mesma agilidade que tinha meu falecido Palm TT2 (exceto quando ativo o overclock, o que evito fazer constantemente), mas ainda assim é bem mais prático com catar milho.
Fico pensando se na época do lançamento as atenções não estivessem tão concentradas nas variações (dos mesmos) Nokias, Treos e Windows Mobiles, e alguns analistas tivessem tido um pouquinho mais de paciência pra investigar o aparelhinho, se não teriam colocado a Motorola como player de respeito no jogo pesado dos smartphones.
Mas agora já passou... Que venha o Android ;-)
(*Comentando a explicação exagerada, a primeira vez que fiquei tentado a escrever foi quando você perguntou que alternativas o povo usava para acompanhar o Podcast, citando algumas e tal. Eu ia começar a escrever sobre com que facilidade o Amarok gerencia podcasts (e qualquer outra mídia) no Linux, mas acabei desistindo porque sabia que ia dar um comentário grande demais para um usuário não-mac, como este que deixei agora ;-)
Abração! E mais uma vez parabéns pelo podcast!
"...descobri que sempre ganhei muito POUCO para que meus "desejos" tecnológicos..."
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